O Profissional do Presente

Lembra quando vivíamos tentando classificar o profissional ideal, aquele que seria o ‘profissional do futuro’? Pois esqueça. O profissional do futuro não existe mais. A vez agora é a do ‘profissional do presente’.


Essa nova realidade é quase que a soma de três fatores básicos:

- A era da informação, que expandiu infinitamente o ritmo da concorrência e das novidades imediatas e de longo prazo.

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- A evolução tecnológica, que permite investir mais tempo em planejamento do que gastá-lo todo apenas em execução.

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- O processo de transição entre a massificação e a personalização, já que o público torna-se a todo instante mais exigente e a teoria do “agrade em massa” não cola mais.

Cada vez mais o mercado busca profissionais ‘pensantes’. A técnica deixou de ser um fator primordial como requisito para dar lugar ao pensamento estratégico. Logo, aqueles que agregam as duas características têm vaga garantida na briga por um lugar ao sol.

O perfil do profissional do presente leva em conta as melhores ‘cabeças’, formação em instituições de qualidade (aquela história de diploma não vale mais nada, é preciso mostrar que sabe fazer tudo aquilo que aprendeu), dinamismo, proatividade e espírito empreendedor. Parece óbvio, mas acredite, não é! Ainda há muita gente despreparada para essa realidade. Ou pior: empresas despreparadas para essa realidade.

Outro fator de destaque para a atuação no mercado moderno é a capacidade de lidar com mudanças rápidas. O mercado hoje é ágil. O que era moderno neste minuto já é ultrapassado no segundo seguinte. E por isso os profissionais que demonstram flexibilidade e confiança conseguem se adaptar melhor à realidade empresarial.

Em contrapartida, o perfil das empresas mais procuradas pelos profissionais também mudou. O salário já não é o principal item relevante na busca por uma colocação. Os profissionais do presente buscam satisfação profissional e pessoal, ou seja, a tal qualidade de vida. E não apenas pensando-se em 8 horas diárias de trabalho e benefícios, mas sim no ambiente profissional, clima entre equipe, autonomia para tomada de decisões, gestores presente e outra série de pequenas considerações que mudam completamente a rotina de trabalho quando comparadas à companhias que ainda permanecem atribuladas aos sistemas burocráticos e convencionais (nem é o mercado é mais convencional!).

É difícil pensar em qualidade de vida no mundo dos ‘workaholics’? Depende. Você pode ter um profissional que fica disponível para a empresa 24 horas por dia, mas que não se queixa porque a empresa lhe oferece flexibilidade para resolver algum problema pessoal, dá benefícios vantajosos que vão além da exigência sindical e está pronta para ouvir suas sugestões. Um profissional liberal que decidiu trabalhar por conta pode precisar trabalhar 24 horas por dia e não conta com nenhum benefício para isso, a não ser a liberdade de escolher como e quando realizar seu trabalho (sistema que as empresas do presente já oferecem aos profissionais).

O mercado do presente é uma troca justa entre empresas e profissionais. Não é fácil achar o ponto de equilíbrio para entrar nessa concorrida atmosfera, mas também não é difícil. Equilíbrio é a palavra-chave. Basta um pouco de garra e dedicação que vocÊ chega lá. Não trabalhe demais, nem trabalhe de menos. Das aquele 'bom dia' sorridente par ao seu colega de sala pode ser um ótimo começo.

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"Não quero migalhas do seu amor..."
(Migalhas - Simone)

DDBO fecha as portas em Detroit

A crise foi embora, mas os reflexos ainda continuam como espasmos pelo mercado mundial.

Entre as agência de publicidade, a BBDO já anunciou que fechará seu escritório em Detroit, com 500 funcionários, até janeiro. A ação é uma decorrência da crise automobilística.

A válvula motora da agência era a Crysler, tendo chegado a manter 2000 funcionários para atender a demanda à três marcas da montadora (Crysler, Jeep e Dodge), mas a situação tornou-se insustentável, e as previsões para 2010 mostram que a continuidade é inviável, sobretudo após a aquisição da Crysler pela Fiat, o que certamente levará a conta das marcas para outras agências.

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"O que o juízo dos pais acumula, a loucura dos filhos desbarata."

Conan, o 'Muito' Bárbaro

Lembra quando Schwarzza (hoje, Excelentíssimo Governador da Califórnia, com todo respeito) protagonizou os dois longas de Conan - o Bárbaro? Naquele tempo ele ainda tinha resquícios de sua 'arte alterofilista' e o jeitão machão de início de carreira...

Pois aquele Conan está se aposentando. A nova produção que deve chegar aos cinemas em 2010 será dirigida por Brett Ratner (X-Men 3) e terá a equpe de efeitos especiais que produziu '300'. A nova versão deve ter um grande orçamento e muita violência, com intenção de abrir espaço para uma longa sequencia de aventuras nas telonas para o herói da Marvel...

Bom, se depois de Rocky e John Mclane até o Rambo vai voltar, então o Conan também merece uma chance... Alguém aí está a fim de produzir Krull - O Rei Guerreiro?!!!
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'Hasta la vista, Shwarzza...'

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"Na adversidade se conhecem os amigos."

Falta muito pra chegar 16 de Abril de 2010 ???



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"A nossa pálida razão esconde-nos o infinito"
(Arthur Rimbaud)

Saw 7

Não sou uma fã de filmes de terror. Assisto, mas como quem assiste qualquer filme que passa na tv, seja de que gênero for...
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Se você me perguntar por que fui ver o primeiro "Jogos Mortais" no cinema, honestamente, não vão saber responder. O fato é que fui. E nunca mais perdi unzinho sequer da sequência, que está com sua 6ª edição em cartaz e já tem data prevista de lançamento para a 7ª!!!!

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É isso mesmo. Jogos Mortais 7 está prometido para 22 de outubro de 2010, sob a alcunha do mesmo diretor que fez os 4, 5 e 6, David Hackl. O longa será produzido em 3D, e o melhor de tudo: terá Jigsaw (Tobin Bell) de volta através de flashbacks.
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Eu anda não assisti o 6, mas até sábado resolvo isso. Há quem diga que é loucura, masoquismo, insanidade... Seja lá o que for, um pouco de emoção e ritmo cardíaco acelerado faz bem! (Assim como um retorno à minha segunda personalidade, que tem vestígios profundos de origens serial killer... hehehe)

"..."

"A ação é uma loucura passageira"
(Paul Valéry)

A vingança de Taylor Swift

É, parece que a cena protagonizada pro Kanye 'Crazy" West e Taylor Swift no VMA está tomando exatamente os rumos esperados...

Enquanto Kanye amarga dias de solidão, meio deixado de lado por sua atitude na premiação citada, a loirinha vive dias de glória. Conforme o público já esperava, Taylor foi a grande vencedora da noite no CMA 2009, que premia os melhores do country em Nashville, cidade referência para o estilo musical. E dessa vez não teve nem Kanye West, nem Beyoncé pra tirar o brilho da jovem prodígio...
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"Quando o jogo de xadrez termina, o rei e o peão são colocados na mesma caixa..."

Yael Naim

Da primeira vez que li o nome não sabia se era homem ou mulher. Mas depois que ouvi a voz, nunca mais a esqueci.

Yael Naim é uma gratificante entrega do cenário musical pop-folk. Ficou conhecida quando sua canção New soul embalou o comercial do Laptop ultrafino da Apple, o MacBook Air, lançado em fevereiro de 2009.

Francesa de nascença e franco-israelita de vivência, sua voz delicada surgiu para o mundo quando ela serviu o Exército Israelita, que é obrigatório para mulheres, como solista. Quando saiu do exército, foi procurada por produtores franceses e fechou seu primeiro cotnrato. Atuou também no musical francês “Os Dez Mandamentos” e em 2001 lançou seu primeiro álbum “In A Man’s Womb”, que não teve muito destaque no grande circuito, mas já começou a plantar sua trilha no cenário pop-folk.

Estudou, fez testes com outros artistas, retornou aos musicais e, em uma dessas aventuras, conheceu David Donatien, um baterista indiano (hoje namorado da moça) com quem começou a fazer uma parceria musical que culminou no lançamento de um cd.Em passagem pelo Brasil, faz 3 apresentação em SP entre os dias 10 e 13 (Dourbon Street e Ses Pinheiros), apresentando seu segundo e mais recente álbum, resultado da parceria com David Donatien.
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"Existem dois objetivos na vida: o primeiro, o de obter o que desejamos; o segundo, o de desfrutá-lo. Apenas os homens mais sábios realizam o segundo."
(L Smith)

O Último grande herói

Arnold Schwarzenegger hoje é governador da Califórnia. Quem diria! Essa frase ainda soa meio “cinematográfica” para mim (leia-se: fora da realidade). Afinal, quando você era jovem e assistia clássicos como “O Exterminador do Futuro”, “O Vingador do Futuro”, “O Sobrevivente” e “Conan – O bárbaro”, em algum momento, por mais insano que fosse, imaginou esse futuro para o ícone do cinema de ação? Pois é.... como dizem os trocadilhos, agora ele é “O Governador do Futuro”...


Mas enfim, tudo isso para desenterrar um de seus feitos (ainda como ator) que qualquer ser da geração oitentista vai se lembrar com carinho? “O Último Grande Herói”, que peguei no comecinho, sem querer, numa daquelas mudadas básicas de canal pra ver se tem algo interessante na TV madrugada adentro.

No longa o garoto Danny Madigan (o sumido Austin O’Brien, que depois envolveu-se em algumas poucas e não tão aclamadas produções) é um fã incondicional do personagem Jack Salter (Arnold Shwarzenegger, garantindo um de seus papéis mais hilariantes, tirando sarro e auto-criticando a si mesmo, como poucos atores de renome teriam peito pra fazer). Danny ganha um ingresso mágico de cinema e vai parar dentro do filme de Slater, vivendo com ele as grandes aventuras que sempre vibrou assistindo do lado de cá (inclusive com participações especialíssimas de desenhos animados e uma Sharon Stone a la Instituo Selvagem). Até que o ingresso vai parar nas mãos dos vilões do filme e eles vêm parar na realidade, onde Slater vai conhecer o ator que o interpreta, Arnold Schwarzenegger.

No fundo, o enredo é uma divertida sátira aos filmes de ação, e é justamente aí que está a grande graça da história: o destaque aos péssimos trocadilhos, a certeza do que vai acontecer na próxima cena, a fala manjada das personagens, e tudo sem perder a linha de raciocínio da história que está se passando dentro e fora da tela do filme, no filme (isso ficou meio confuso, né, mas acho que vocês entenderam...).

Muito bom assistir de novo, tanto pra rever a performance de um astro em sua fase (cinematográfica) mas gloriosa quanto para sentir aquele gostinho de infância novamente...

A opinião sobre o Arnold-versão-governador a gente deixa pra outro dia...

"..."

"A imaginação é a visão da alma."
(Joseph Joubert)

17 Outra Vez

Resumo do filme 17 Outra Vez: Adulto frustrado revive adolescência, apresentando Zac Efron.

A premissa parece a mais batida possível e o elenco tinha tudo para dar errado (só iria atrair as fogosas faz aborrecentes de plantão). E acaba sendo mesmo um repeteco do que já vimos muitas vezes (De Repente 30, sexta Feita Muito Louca, Tal Pai Tal Filho, De Volta aos Dezoito, Quero Ser Grande, enfim). Mas há uma graciosa desenvoltura em 17 Outra Vez que coloca o filme na lista dos que valem a pena perder uma tarde: é um revival dos clássicos (novamente oitentistas – que, diga-se de passagem – foi uma das melhores eras do cinema, o que não quer dizer que a nova era seja ruim, mas apenas segue o fluxo natural em que se o público muda, o cinema também precisa se renovar). É quase um “Quero Ser Grande” ao contrário (Na linha de raciocínio!! Também não queira comparar Tom Hanks à Efron, porque aí já é sacanagem!).

A fórmula básica está toda lá no enredo: Mike é uma dos caras mais populares do colégio com uma promissora carreira no basquete que joga todas as oportunidades para o alto quando engravida a namorada do colégio e por isso, casa-se com ela. 20 anos depois, casado e frustrado, entediado no emprego, a beira de uma separação e sem qualquer relação amigável com os filhos, ele tem um encontro misterioso com um funcionário do colégio e quando acorda na manhã seguinte está novamente com 17 anos. Aí todas as trapalhadas tem início e com elas a chance de reescrever sua vida.

Para surpresa geral, Zac Efron consegue segurar as pontas e finalmente se livra do estigma de “High School Musical”, abrindo portas para novas oportunidades em Hollywood. Com isso, o jovem, que ainda tem muuuito a aprender, pelo menos mostra-se disposto a reconstruir sua imagem meio, digamos, manchada, de High school Musical, mas que também não pode ser desprezada, afinal, foi o tal musical que colocou sua carinha no mundo. Para Matthew Perry não é preciso muito esforço ou comentários: quando a gente olha pra cara dele já vem um tremor de riso ameaçando sair, sabe-se lá se por herança de Chandler (Friends) ou por uma aura cômica natural...

Não é nada grandioso nem vai mudar sua vida. É uma sessão-pipoca. Mas uma sessão-pipoca de vez em quando faz bem!

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"Um homem que possui uma grande riqueza interior é capaz de grandes e de múltiplas realizações. "

(M. Juritsch)

Obama e O poder x O poder e Obama – A batalha apenas começou

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Há um ano atrás um marco histórico se cravava na história americana: o primeiro presidente negro dos EUA acabava de ser eleito, numa disputa grandiosa, que rendeu muitas lágrimas (de alegrias para alguns e tristezas para outros) e a promessa de um amanhã diferente para a nação estadunidense.


Passado o ano de adaptação de Obama, a gente se pergunta: qual foi o resultado inicial de todo aquele alvoroço? Claro que é injusto julgar um governo em seu primeiro ano, quando ainda não houve tempo nem para desvendar todas as gavetas presidenciais, mas já dá para se ter uma idéia do movimento tomado por seus dirigentes e de qual foi a relação estabelecida com a aquisição do poder de um governante à Obama.

Em um resumo mais que básico acho que podemos dizer que Barack Obama se saiu bem.

Começou com um presente de grego deixado pelos governos anteriores: uma das maiores crises financeiras mundiais que afetou os EUA de forma assustadora. Isso descarrilhou os planos de Obama, que teve que refazer muitos de seus planos e deixar alguns projetos para mais tarde. Ainda assim, instituiu um pacote de estímulo financeiro de US$ 787 bilhões e um orçamento de US$ 3,4 trilhões, socorreu montadoras de automóveis à beira da falência e apresentou legislações pioneiras para a reforma no sistema de saúde (o assunto do momento nos EUA), regulação mais estrita de um setor financeiro paralisado e a redução dos gases poluentes causadoras do efeito estufa (lembra da briga que foi com o Bush por causa dessa novela?). E tudo isso mergulhado nas divisões partidárias entre esquerda e direita.

A palavra para descrevê-lo hoje talvez seja OUSADO. Neste primeiro momento, ele ainda não teme opiniões e tenta mostrar a que veio.

É inegável a semelhança de Obama com Lula, seja por seu jeitão bem ‘do povo’ ou por suas ações. Obama, assim como Lula, é uma eleito da grande massa, uma quebra de paradigmas, uma revolução de seu país, como Lula o foi para o Brasil. Divisões da opinião pública são mais do que naturais e as polêmicas vem como a relação de causa e efeito.
Em um ano Obama já coleciona vitórias, fracassos, gracejos (se Clinton era o presidente amante, Obama é o dançarino galanteador), piadas, fatos e uma série de momentos memoráveis, seja como governante ou como pai de família (coloque também Michelle, sua mulher, na lista das primeiras-damas mais sociáveis e participativas dos EUA). Mas também aprendeu que não é tão fácil administrar um país e lidar com as forças do poder paralelo. E pelos próximos anos ainda há muitas coisas pra acontecer.
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"..."

"São os olhos que dizem o que o coração sente."

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A loucura é uma ilha perdida no oceano da razão.
(Machado de Assis)
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