Ô, saudade...

Hoje, depois de muuuuito tempo sem abrir o blog, vim procurar um texto e depois de uns quinze minutos de saudosismo e outros 15 de arrependimento pelo abandono me dei conta do quanto eu estava sentindo falta de escrever nessas páginas que eram não apenas uma paixão, mas um refúgio.

Não um refúgio no sentido de fuga, mas de liberdade, expressão, movimento, expiração e inspiração...

Para alguns isso pode não fazer sentido algum, mas para mim (e talvez para outro par de pessoas no mundo) escrever é como um combustível que alimenta alma, mente e coração. É o momento em que você se pega conversando consigo mesmo, construindo seus ideais, crenças e sua própria visão de mundo. E talvez por isso eu tenha sentido que era uma pessoa melhor, com uma mente mais ampla, com pensamentos tão mais profundos e preocupações tão menos fúteis do que hoje. E isso me fez querer voltar àquele tempo. Mas não arrependida pelo que passou, e sim voltar àqueles breves momentos meus, únicos e exclusivos, de dialogar com minhas próprias palavras e juntar o que sou hoje com o que era a cada texto postado para ser mais completa. E voltar a entender o quanto somos pequenos e nada sabemos diante da imensidão de coisas que nos cercam neste mundo. E quanto mais você ler, aprender, quando mais experiências tiver, mais certeza terá disso.


O segredo que torna escrever um combustível para mim, assim como uma piscina olímpica incendeia um nadador e um ingrediente raro seduz um chef de cozinha é apenas um: paixão!

Se você tem paixão pelo que faz, não importa os obstáculos, dificuldades ou desafios, você sempre fará o seu trabalho muito bem e continuará com o motor girando, não importa o que aconteça. E assim, aproveitando o ensejo, pego um gancho exatamente em um texto que redigi sobre isso em 2010. Lá se foram cinco anos, mas o sentimento ainda é o mesmo...


Leu?  É isso... Atual como nunca.

Apenas descubra o que te move e coloque lenha na sua fogueira ;)

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A loucura é uma ilha perdida no oceano da razão.
(Machado de Assis)
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